Professora é condenada a 10 anos de prisão por manter relações sexuais com alunos de 15 e 17 anos e ficar grávida – Times de Todos

Julie Rizzitello, de 37 anos, recebeu uma sentença de uma década de reclusão após a Justiça de Nova Jersey, nos Estados Unidos, considerá-la culpada por manter relações sexuais com dois alunos. As investigações revelaram um padrão de manipulação e aliciamento, inclusive contra um menor de idade.

Como os crimes ocorreram

​As autoridades detalharam o envolvimento da ex-docente com duas vítimas distintas:

  • A primeira vítima (2017): O aliciamento começou quando o aluno, de 16 ou 17 anos, cursava o primeiro ano do ensino médio. A aproximação inicial ocorreu por meio de convites para almoçarem sozinhos na sala de aula. As conversas evoluíram de casuais para assédio, com Rizzitello confessando o desejo de ter relações com o rapaz. Os abusos ocorreram fora do ambiente escolar, como no carro, na casa da mulher e na empresa de sua família. Ela também induziu práticas sexuais sem preservativo e chegou a relatar uma suposta gravidez do jovem, afirmando ter feito um aborto em seguida.
  • A segunda vítima (2024): O caso envolveu outro estudante de ensino médio. Embora as relações sexuais tenham sido consumadas em maio de 2024, logo após o jovem completar 18 anos, a polícia concluiu que as táticas de aliciamento começaram enquanto ele ainda era menor.

Tentativa de ocultação e condenação

​Casada desde 2017 e mãe de duas crianças, Rizzitello tentou obstruir a justiça. Durante a investigação, ela contatou as vítimas pedindo que apagassem qualquer evidência digital em seus celulares e computadores. Após ser presa em 2024, ela assumiu a culpa.

Penalidades impostas pelo tribunal:

  • ​10 anos de prisão (com possibilidade de recurso).
  • ​Cassação definitiva da licença para lecionar.
  • ​Registro vitalício no banco de criminosos sexuais.
  • ​Supervisão condicional pelo resto da vida.
  • ​Proibição total de contato com as vítimas.

O que disseram as autoridades

​Durante o julgamento, a juíza do caso foi categórica, descrevendo a atitude da ex-professora como o “comportamento de um predador sexual comum”.

​Raymond S. Santiago, promotor do Condado de Monmouth, reforçou a gravidade da situação em nota oficial. Ele explicou que não se trataram de “momentos de mau julgamento”, mas sim de ações sistemáticas de manipulação e isolamento. Santiago destacou que o trauma psicológico foi agravado por ter sido causado por alguém em quem se confiava para educar e proteger aquelas mentes jovens.

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