Um empresário de 50 anos faleceu após se submeter a uma cirurgia de aumento peniano em uma clínica particular de luxo localizada em Estocolmo, na Suécia. O procedimento, que teria custado cerca de R$ 71 mil (aproximadamente 140 mil coroas suecas), terminou de forma trágica quando o paciente sofreu complicações graves durante a operação.
Segundo o relatório médico, o homem estava saudável e buscava apenas melhorar sua autoestima. O procedimento consistia em uma combinação de injeção de gordura corporal e alongamento do tecido peniano, técnica que, embora cada vez mais popular entre homens de meia-idade, ainda é considerada altamente arriscada.
Durante a intervenção, o paciente apresentou uma reação adversa súbita após a aplicação da gordura. Ele sofreu uma parada cardíaca e, apesar dos esforços da equipe médica para reanimá-lo, acabou não resistindo. A autópsia revelou que parte da gordura injetada pode ter migrado para a corrente sanguínea, bloqueando a circulação e levando ao colapso fatal.
As autoridades de saúde suecas abriram uma investigação para apurar possíveis falhas médicas ou negligência, e o caso voltou a acender o debate sobre os riscos de cirurgias estéticas íntimas masculinas, um mercado que vem crescendo em todo o mundo.
Especialistas alertam que procedimentos de aumento peniano são invasivos, imprevisíveis e potencialmente fatais, sendo recomendados apenas em casos médicos específicos. Clínicas estéticas, no entanto, continuam oferecendo o serviço com promessas de resultados “rápidos e seguros”.
O caso repercutiu internacionalmente, com veículos como o New York Post, o Daily Mail e o Guia Gay Brasil destacando o episódio como um exemplo de até onde a busca pela perfeição estética pode chegar.