o Presidente do Conselho Municipal, Razaque Manhique, apresentou um balanço detalhado dos seus dois primeiros anos de governação, colocando o encerramento da lixeira de Hulene como um dos pilares centrais da sua agenda. O autarca que falava em entrevista ao Centro de Integridade Pública (CIP), afirmou com convicção que a edilidade está a dar passos concretos para desativar esta infraestrutura, respondendo a uma exigência antiga dos munícipes e especialistas em saúde pública.
Manhique explicou que o desenvolvimento deste processo envolve uma estratégia multifacetada que ultrapassa a simples interrupção do depósito de lixo, a solução definitiva passa pela operacionalização de novas alternativas de deposição de resíduos e pela gestão rigorosa do impacto ambiental no local. Além disso, a vertente social é uma prioridade, com o município focado em garantir a segurança das famílias que residem nas proximidades daquela zona crítica.
Este esforço é acompanhado por um saneamento financeiro robusto, onde a autarquia investiu cerca de 400 milhões de meticais para regularizar dívidas e garantir que os serviços de limpeza urbana não sofram interrupções por falta de pagamento a fornecedores ou funcionários.
A monitorização das zonas vulneráveis durante a época chuvosa também foi destacada como uma ação contínua da sua equipa. O edil tem visitado pessoalmente os bairros mais afetados, como o Hulene “A”, para assegurar que as bacias de retenção e os sistemas de escoamento funcionem com a máxima eficácia possível. Esta postura de proximidade visa não apenas resolver problemas imediatos de inundação, mas também demonstrar transparência na aplicação dos fundos públicos e na execução dos projetos de infraestrutura prometidos no início do mandato.
No fecho da sua intervenção, Razaque Manhique reiterou que o foco principal da sua administração é o alívio do sofrimento e melhoria da qualidade de vida das populações, aliada ao compromisso com a modernização de Maputo. O Presidente do Conselho Municipal sublinhou que os progressos realizados até agora servem de base para os desafios dos próximos anos, com a promessa de manter uma gestão aberta ao diálogo e orientada para resultados visíveis.