Um jovem foi afastado do Centro de Formação Policial de Matalane após ser acusado de ter asma, condição que, segundo a instituição, o tornaria inapto para continuar a formação.
O jovem afirma ter ficado surpreendido com a decisão, garantindo nunca ter apresentado problemas respiratórios e não compreendendo a razão da acusação. O sonho de servir o país como agente da polícia foi interrompido de forma inesperada.
Inconformado, o pai levou o filho a realizar exames médicos independentes, que confirmaram que ele não sofre de asma. Mesmo assim, a expulsão foi mantida.
A família diz estar a tentar recorrer junto do comando da polícia, mas até agora não obteve qualquer resposta ou reversão da decisão.
O caso levanta dúvidas sobre os critérios médicos utilizados no processo de seleção e sobre a transparência das decisões que podem alterar o futuro de jovens aspirantes a servir a pátria.