Trump chama Estreito de Ormuz de “Estreito de Trump” e gera reações nas redes sociais – Times de Todos

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, causou polémica e muitas reações nas redes sociais após se referir ao Estreito de Ormuz como “Estreito de Trump” durante um discurso num fórum de investimentos realizado em Miami, na Flórida.

O comentário aconteceu enquanto Trump falava sobre as negociações relacionadas ao conflito envolvendo o Irão e a importância da reabertura da rota marítima. Ao perceber o erro, o presidente corrigiu rapidamente e pediu desculpas, afirmando que tinha sido um engano. No entanto, logo depois acrescentou que “não existem acidentes” quando se trata dele, frase que acabou chamando ainda mais atenção.

O Estreito de Ormuz é uma das rotas marítimas mais importantes do mundo para o transporte de petróleo e gás. Desde o início do conflito na região, o trânsito de navios foi afetado, o que contribuiu para a subida dos preços da energia a nível mundial.

Durante o mesmo evento, Trump afirmou que os Estados Unidos estão em negociações e que seria positivo se o Irão reabrisse a rota marítima para o comércio internacional. Ele também mencionou, em outra ocasião, que os EUA poderiam considerar assumir o controlo do petróleo iraniano, semelhante ao que, segundo ele, aconteceu com a Venezuela.

O presidente também recordou outras decisões polémicas do seu mandato, incluindo a mudança de nomes de alguns locais e instituições, como quando defendeu a mudança do nome do Golfo do México para “Golfo da América” e a alteração do nome de um centro cultural em Washington.

Nas redes sociais, o comentário sobre o “Estreito de Trump” dividiu opiniões. Alguns apoiantes consideraram a declaração uma demonstração de força política, enquanto críticos aproveitaram a situação para criar memes e fazer piadas sobre o presidente.

Apesar da polémica, Trump voltou a afirmar que o Irão estaria disposto a negociar um acordo para pôr fim ao conflito, embora o governo iraniano tenha negado essa informação. O líder norte-americano também declarou que o Irão estaria enfraquecido, alegando que as suas forças militares e o programa nuclear sofreram danos significativos durante o conflito.

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