A famosa busca pelo suposto Monstro do Lago Ness deixou de depender apenas de testemunhos, fotografias desfocadas e relatos populares e passou a envolver tecnologia científica avançada. Uma expedição liderada pelo cientista Neil Gemmell utilizou a técnica de DNA ambiental para analisar a água do Loch Ness, nas Terras Altas da Escócia. O método consiste em recolher pequenas amostras de água e filtrar fragmentos microscópicos de pele, escamas e outros vestígios deixados por animais, permitindo identificar todas as espécies que vivem no lago sem precisar capturá-las.